Tomei sorvete de menta, o Vitor de milho, minha irmã escolheu um Sundae e o Felipe, farofa com um pouco de sorvete e ainda levou pra casa a farofa que sobrou.
Eles tinham ido de bicicleta e eu não conseguiria de forma alguma ir embora de metrô, então pedi que minha irmã pegasse o carro e levasse a gente até o apartamento. Ainda ficamos pensando se chamaríamos um táxi/Uber pra ir pro apartamento deles ou pro nosso apartamento, mas no final, minha irmã voltou na frente e pegou o carro. Até então, a ideia era de que ela nos deixasse em casa, o Vitor iria trabalhar e de madrugada me levaria ao Pronto Socorro. Nesse meio tempo, conversei com a minha mãe e achamos melhor que eu fosse direto para o Pronto Socorro. Então minha irmã chegou e fomos ao Pronto Socorro. O Vitor voltou de metrô pra casa e o Felipe voltou de bicicleta.
Fomos ao São Luiz da Santo Amaro. Meu pé doía horrores, ainda bem que não estava cheio e fui rapidamente atendida. O lado ruim foi que só saí de lá na segunda...
Pelo Raio-X descobri que havia fraturado o tornozelo (a fíbula, se não me engano) e que, pra arrumar, só cirurgia mesmo... e eu que estava mal humorada achando que teria que usar aquele robofoot... antes fosse.
Não dava pra pensar, não dava pra ter uma segunda opinião, não dava pra escolher o médico que ia me operar... o jeito era ficar lá e esperar. De certa forma, não fiquei nervosa, não tive muitos questionamentos porque me baseei na cirurgia que fiz no joelho em outubro de 2012.
Colocaram uma tala para imobilizar o tornozelo o que já me aliviou a dor que estava sentindo. O carinha (Rogério) que ia fazer a imobilização queria cortar a minha calça novinha!!! Daí pedimos pra ele trazer o aventalzinho já que eu ia internar mesmo! Ainda bem que ele arrumou um.
Fiquei um tempinho na enfermaria/sala de observação e medicação esperando a internação ser autorizada pelo convênio, tomei remédio pra dor, colhi sangue para os exames pré-operatórios, fiz exame de coagulação, expliquei pra 500 pessoas o que tinha acontecido e jantei lá mesmo.
Minha irmã ficou comigo o tempo todo e ainda descobriu que lá tinha wi-fi. Acho que depois que colocaram wi-fi no hospital, imagino que as pessoas passaram a dar muito menos trabalho aos enfermeiros.
Subi para o quarto e no final do horário das visitas minha mãe chegou no hospital e passou a noite comigo.

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